17 dezembro 2011

Buenos Aires

Muito bons ares!
Se voce mora no Brasil não faça como eu que perdi tanto tempo pra conhecer a Argentina logo aí do lado.
Buenos Aires, capital da Argentina, segunda cidade mais importante da América do Sul depois de São Paulo, metropolitanamente falando. Dando continuidade ao último post conforme prometido. Eu nem preciso me esforçar muito mais pra provar o quanto adorei conhecer a Argentina ne. Buenos Aires tinha uma clima tão bom de andar, é perfeitamente entendível porque é o destino favorito de brasileiros seja pra fazer compras, fugir um fim de semana, um feriado extendido, sei lá. Logo ali do lado e tanta coisa legal e diferente pra ver.

Como eu disse antes, acho que existem cidades que são destinos turísticos para ficar pulando de ponto turístico a ponto turístico e não se mistura com tradicões locais, e cidades que é preciso viver seu clima. É claro que se conhece mais da cultura do lugar se vive-se um pouco de sua vida. E Buenos Aires é uma dessas cidades. Claro que também tem bastante coisa pra ver e visitar, mas é preciso apreciar um pouco de arte, como o tango, a emoção que ele passa. De se deixar envolver com o idioma tão inspirador.
O Caminito, por exemplo. Uma área no bairro de La Boca, próxima ao estádio La Bombonera. Talvez a área mais tradicional, cultural e pitoresca de Buenos Aires. Ali sim vi a Argentina que eu tinha na minha cabeça, com dançarinos de tango por todos os lados fazendo poses, casinhas coloridas com cores fortes e descombinantes, bonecos de Juan e Eva Peron, e um acervo enorme de pinturas e souvenirs muito interessantes. Tudo junto representando a vivacidade que a Argentina tem pra mostrar pro mundo.
Faltou a saia aí pra cobrir minhas pernas e parecer mais com o tango, mas oh well. Isso é o que menos importa. Andar no Caminito foi uma delícia. Passamos horas ali batendo perna, almoçamos lá e foi o lugar que eu mais curti de conhecer nessa viagem.
Muito legal mesmo. Outra coisa muito legal por lá é que em cada esquina aparece seja um botequim, uma padaria, um restaurante ou um bar que parece ser muito interessante e é! Entramos em vários assim como quem não quer nada só pra comprar uma água, uma coisa, ir ao banheiro ou descansar as pernas um pouco, e quando víamos, lá estávamos nós olhando o cardápio e pedindo alguma coisa. Ou então tivemos sorte de só se deparar com locais bacanas e bem frequentados, porque eu pelo menos não tenho do que reclamar!
E outra coisa, todos os lugares com wi-fi! O que é muito importante numa viagem pra voce economizar de roaming no celular ne. Me ajudou a ir passando minhas impressões da viagem ao vivo pelo Twitter e ficando a par do que se passava no mundo. Bares, botecos de esquina e restaurantes de Buenos Aires, nota 10 pra voces! Gostei muito também.
Já sobre o que ouvi sobre BA ser o paraíso para compras, tenho minhas dúvidas. Bem, sem dúvida há muitas opções de lojas que no Brasil é mais complicado de encontrar, mas se voce ganha em real, o valor das coisas lá na Argentina em peso não é assim essa maravilha toda não. Achei as coisas até um pouco caras, pra falar a verdade. Hotel e comida em geral são razoáveis no preço, mas roupas, perfumes, sapatos e eletrônicos, ainda acho a Europa muito mais atraente. O real vale 2x o peso, mas se voce ganha em franco ou euro ou dolar, aí sim, as coisas são baratinhas mas ainda eu esperava mais. Ou melhor, menos. Mas foi super bacana entrar nas galerias e olhar as lojas nas ruas, conhecer um pouco da vitrine, shoppings de lá. Não comprei nada, dessa vez esse tipo de passeio foi só pra olhar mesmo, o que já estava de bom tamanho, porque com tanta decoração linda de Natal, eu já estava satisfeita.
Ficamos no hotel Facon Grande e foi tudo muito agradável por lá. Boa hospedagem, boa recepção, bom café da manhã e bom preço. Recomendado. Aliás, as pessoas são muito calorosas por lá. Fomos bem recebidos em todos os lugares que fomos, e nem notei nenhum tratamento especial ou forçada de barra não, dava pra perceber que era o jeito da pessoa mesmo. Ponto pros argentinos.
Visitamos também o Obelisco, monumento e símbolo histórico de orgulho nacional. Erguido na Praça da República no cruzamento da avenida Corrientes com 9 de julho em comemoração a 400 anos de Buenos Aires, em 1936.
O monumento é enorme de alto e era difícil encaixá-lo nas fotos. O local é sempre de grande movimento e tem sempre um protesto, alguma coisa, pois é alvo fácil de ser visto. Apesar de não ser nada de outro mundo, é apenas um pedaço (grande) de pedra, faz parte da história da Argentina e tem um grande valor cultural.

História, forte conteúdo cultural, agradável clima, maravilhosas companhias, idioma bonito e fácil de compreender, comércio atraente, ruas boas e seguras de andar, vida noturna agitada... o que é mais que tá faltando? ou já deu pra entender porque me encantou mucho Buenos Aires? Ah si, si, falta ainda Puerto Madera. Conto a seguir.

15 dezembro 2011

Argentina

Essa americana da América do Sul estava muito fraca sem conhecer nenhum outro país do seu continente. Olha, voce não faz ideia de quantos comentários eu já ouvi por ter um blog com esse título, e depois "mas não conhece nada da América do Sul???"... não, até então, não. Nem no sul do Brasil eu nunca tinha ido. Minha vida no Brasil se resumia a Rio, Brasilia, Recife e Natal. De lá fui pros EUA, passei um tempo na Alemanha e depois vim pra cá pra Suiça, então, por incrível que pareça, eu conheço mais a Europa que o próprio Brasil.

Também isso não é difícil ne, passagens de avião no Brasil são tão caras, que quando a pessoa tem um dinheirinho sobrando, resolve sair pra conhecer coisas mais diferentes. E comigo foi assim também.

Mas aí depois de viajar tanto, afinal esse ano foram 15 países que eu pisei, voce ve tanta coisa diferente e se faz tantas perguntas, olha pra onde voce veio, das redondezas de onde voce veio... e aí, hermano, o que voce tem pra mim?
Um país do tamanho da Argentina, com a cultura que a Argentina tem, ali bem do ladinho da gente, de onde eu morei por tanto tempo, e eu sem conhecer. Aquela rivalidadezinha - futebolística principalmente - e o preço das passagens terminam virando fatores tão pequenos diante da riqueza da cultura deles. Depois de ter visto tanta coisa no velho continente e aguçado ainda mais minha sede e meu faro para viagens, história, etc, eu sentia que da próxima vez que eu fosse ao Brasil, eu ia querer conhecer alguma coisa da América do Sul.
E então com as minhas tão esperadas férias - das quais eu ainda estou me recuperando e tentando entrar no ritmo aqui novamente - eu tinha uma agenda bem apertadinha, pois tinha casamentos a comparecer, amigos a rever, família em cidades diferentes, eventos, etc, ainda arrumei uns diazinhos para finalmente conhecer a famosa Buenos Aires.
No meio dos planejamentos e na empolgação de rever todo mundo, primos que já tinham prometido, desprometido e adiado uma visita a Suiça cem vezes, resolvemos nós três então embarcar juntos a uma farrinha porteña. E como foi boa essa viagem! Pra começar que meu vôo era Rio-Buenos Aires, e eu já estava no Rio há mais de uma semana e apenas um único dia tinha feito sol, os outros dias todos chovendo e com tempo nublado. Maior decepção, eu doida pra pegar maior sol na praia de Copacabana, tive que me contentar com outras coisas. Mas foi só desembarcar em Buenos Aires que plim, tava lá o sol todinho.
A temperatura mínima acho que era uns 28 graus. Não tinha uma nuvem no ceu. Aqueles dias assim memoráveis, agradabilíssimos, perfeitos pra tirar fotos e andar pelas ruas despreocupados de levar guarda-chuva. Buenos Aires me agradou em gênero, número e grau. Eu sabia muito pouco da Argentina. Minha maior influência foi minha mãe que já tinha ido lá há alguns anos e sempre falava muito bem de lá. Me alertou tanto com os taxistas que eram desonestos, e eu tive a maior sorte de só entrar em taxi simpático, um uma vez no trânsito tava lá ouvindo a lambada dele num cd tão bom, que eu perguntei quanto ele queria pelo cd, e ele disse que me daria como regalo de navidad.
Eu não paro de escutar o cd desde que cheguei. Un pais con buena gente indeed. Não tive problemas com nenhuma pessoa na Argentina. Só fiquei surpresa com a quantidade de lixo em algumas ruas a noite. Não sei se dei azar que era o dia do caminhão do lixo passar ou sei lá o que, mas em 2 noites que saímos a noite e andamos lá, nos deparamos com sacões e mais sacões de lixos e gente abrindo na rua, uma cena deplorável. No mais, a segunda surpresa foi a quantidade de brasileiro que tem lá! Minha Nossa, o que era aquilo?! É quase o Brasil de tanto brasileiro. Eu doida pra praticar um poquito meu español, e ou dava de cara com brasileiro, ou o argentino falava português tão bem quanto eu. Não é justo hein.
Andamos em volta da Casa Rosada, entramos em igrejas e basílicas maravilhosamente decoradas e lindas, passamos por umas 10 praças San Martin ou com alguma estátua, homenagem ou qualquer coisa a San Martin, um general argentino que liderou o processo de independência argentina. Se depender de monumentos, o cara nunca vai ser esquecido.
Andamos por Puerto Madera, Caminito (meu favorito! falo mais no próximo post!), La Boca, até ao La Bombonera eu fui (Alow Sport!).
Maradona é outro ídolo que não passa despercebido na capital arrentina. Em La Boca, por todos os lados tem alguma coisa do cidadão, inclusive um sósia que passa o dia lá esperando turista pra tirar fotos.
O Museu de La Pasion Boquense também é uma atração boa. O estádio é pequeno, alto, mas estreito. E lá dentro tem um museu. Pra quem é fãzão de futebol, vale a pena demais!
A Argentina é muito quente, muito viva, muito calorosa, cheia de vigor. Tem muita coisa pra conhecer além de Buenos Aires, mas o que conheci posso dizer que é daquelas cidades que voce vai pra viver, e não pra ir pulando de ponto turístico em ponto turístico apenas e pronto. Sabe como é que eu quero dizer? A comida pelo menos, é preciso vários dias pra desfrutar o mínimo de bom que a culinária argentina tem. O que são aquelas carnes? E aquele suco de laranja em cada esquina? E o sorvete Freddo? Vinho argentino então?!
Em cada esquina parece que tinha sempre o melhor restaurante, era difícil escolher. Aliás, falando em esquina, last but not least hein, o TANGO! O TANGO, minha gente!!!! Na primeira noite em Buenos Aires, reservamos uma mesa na Esquina Carlos Gardel, a casa de tango mais renomada da cidade, e não é por menos ne.. Carlos Gardel, o mito do século 20. Eu sei que minha mãe já tinha ido lá, meu tio já tinha ido lá, e eu só ouvia maravilhas a respeito desse tal show de tango lá. O espetáculo não é barato não. Se for com o jantar incluido então, prepare os pesitos. Mas olha, vale a pena!
É realmente um espetáculo! O Tango em si é maravilhoso, ne, bem dançado, nossa, não tem pra ninguém. Ficamos lá de queixo caido. Infelizmente nenhuma foto ficou realmente boa porque ne é tango e o povo ficava se mexendo o tempo todo, mas os números são um melhor que o outro, e eu filmei uma partezinha

E esse nem foi o melhor número hein! Pode confiar, se voce for a Buenos Aires, não deixe de ir a Esquina Carlos Gardel! O Tango é uma verdadeira arte! Nós três A-DO-RA-MOS!

Batemos perna em mais um bocado de lugar, mas bem, eu queria dividir esse post em dois pra não ficar muito comprido. Próximo post conto mais de Buenos Aires, Caminito, tango, Puerto Madera, shoppings e tudo mais que vi por lá. Muy buena la Argentina, muy buena!

13 dezembro 2011

Só no Brasil

É o seguinte, são 10:30 da noite, cheguei agora há pouco em casa depois de assistir Breaking Dawn no cinema e tomar um mojitos na citi, eu to com sono e preciso acordar cedo amanhã pra ir trabalhar em Zurique, mas apesar do grande número de acessos desde a minha volta (obrigada!), to sentindo o blog meio abandonado. Então já que to no mood pra escrever um bocadinho, cá estou eu, porque amanhã tem confraternização da empresa, depois tem fondue, depois tem não sei o que, e aí só Deus sabe quando é que vou escrever aqui de novo.

Desde antes de sair de férias no Brasil, tava sentindo uma espécie de sinais sempre na minha direção, sempre algo em relação ao Brasil que acontecia, que eu via, ouvia, sei lá, e achava que era porque estava perto de eu partir e aí era coisa da minha cabeça. Mas durante a viagem, e agora que estou de volta, continuo vendo o Brasil sempre tão presente e aparecendo no meu dia a dia assim sem querer, que eu resolvi parar e pensar a respeito.

Até no filme que assisti hoje, a Bella e o Edward aparecem no Rio de Janeiro, e isso nem estava no livro hein. Bom, depois de ter dado de cara ontem com um video que nós somos a nacionalidade mais cool do mundo porque somos hard workers e very sexy people numa pesquisa feita pela CNN, eu comecei a me convencer de que aí tem coisa. Com todo mundo que falo, já cansei de ouvir que a economia do Brasil está booming. Uma suiça nem me dava atenção num almoço um dia no trabalho, e depois que soube que eu era brasileira, olhou pra mim diferente e começou a me fazer perguntas e elogios ao Português. Afinal, o que é que nós temos?!

Bom, agora que eu acabei de chegar de lá, é fácil enumerar uma série de coisas, como
Picolé de frutas inigualável, como esse de cajá
Caipirinha original
Essa vista
Essa praia
Esse prato de macaxeira, carne de sol e queijo de coalho
Praia de Boa Viagem
Churrasco de verdade
Gente animada e simpática só por estar junto
Mas sério mesmo. Olha, eu esse ano passei por 15 países diferentes, e nenhum tem o que a gente tem. Não sei explicar. Já falei aqui nesse blog várias vezes sobre essa infinita reflexão de Brasil, viver no exterior, etc. e talvez agora seja uma conclusão. É como se agora minha estadia aqui depois da fase de deslumbramento fosse REALMENTE minha escolha, após ter realized o lugar de onde venho.

Assim que cheguei lá agora de férias, depois de quase 2 anos sem ir lá, primeiras reações foram estranhas tipo "estou entendendo tudo que a mulher do meu lado está falando sem fazer esforço!!!!", a facilidade com a qual as pessoas conversam, tão easy going, tão simples, a maneira como se olham, se abraçam, se beijam em público. Tudo que pra mim era óbvio e eu não prestava atenção. E por que prestaria, não é verdade? Se voce mora no Brasil provavelmente tá achando maior baboseira isso aqui. Mas se voce mora fora, deve estar me entendendo. Não só aqui na Suiça mas na Europa em geral, principalmente em países não latinos, as pessoas são tão frias que voce termina esquecendo algumas coisas depois de passar tanto tempo aqui.

Nossa, como foi bom rever minha família, abraçar meus amigos, falar sem precisar ficar traduzindo, quebrando a cabeça com o Alemão, meu cérebro também tiveram umas merecidas férias. Tudo parece tão fácil que eu até me perguntei de novo o que danado eu vim fazer aqui do outro lado do oceano, sabe. Mas essa reflexão eu já fiz, eu já passei dessa fase e não vou mais ficar de mimimi por aqui não. Vir pra cá foi minha escolha, eu pesei todos os fatores que eu podia no momento e não me arrependo não. Chega ne dessa conversa?

A real é que eu nunca vou deixar de ser brasileira e nem quero isso. Posso até ser estrangeira pra sempre, porque a boa brasilianidade que eu guardei eu não quero perder. Eu quero ser o que o Brasil tem de bom. E se preciso ficar aqui pra ajudar a mostrar pro mundo isso, eu aceito.

Só no Brasil eu poderia ter me tornado a pessoa que sou.

11 dezembro 2011

De volta

Pois é, voltei. 3 semanas de férias voaram e cá estou eu novamente lutando contra o fuso horário me preparando pra ir trabalhar amanhã. Sim, e tirando a poeira do blog também, é verdade.

Apesar de ter viajado bastante nesse ano, essas eram realmente as férias que eu precisava! De rever amigos, família, pisar no Brasil que eu não ia há 1 ano e meio, o máximo que eu já fiquei longe. Descansar não descansei tanto assim não. Descansei mentalmente do trabalho depois de alguns dias e aí depois foi só alegria.

Churrasco, praia, festas, quero mais o que pras minhas férias?! Comecei por Natal, que é onde parte da minha família mora, depois fui a Recife pro casamento de uma grande  amiga, depois fui ao Rio onde mora outra parte da minha família, e ainda encaixei Buenos Aires na parada.
A volta foi meio conturbada porque fiquei sabendo da greve dos pilotos da TAP prevista justamente pro fim de semana inteiro da minha volta, e depois de entrar em contato com eles lá, minha passagem foi trocada e antecipada por um dia. Poderia ter sido tranquilo se não fosse o atraso da volta de Buenos Aires no dia anterior que matou minha noite de sono e me obrigou a emendar tudo. Fiz 4 voos Buenos Aires-Rio, Rio-Brasilia, Brasilia-Lisboa e Lisboa-Zurique em 48 horas de céu, aeroportos, muita dor nas costas e uma raiva da GOL infinita.

Minha raiva passou quando sentou do meu lado uma senhora de Maceió viajando de avião pela primeira vez indo visitar seu filho na Itália, tão feliz que nem conseguiu dormir a viagem inteira - palavras dela. Por conta da confusão da greve da TAP que terminou acabando antes do tempo, o segundo voo dela estava cancelado e ela teria que pegar outro voo. Só que a pessoa que nunca viajou de avião, não é acostumada a viajar e ter que se virar numa situação dessas é pedir demais. Como eu tinha mais 6 horas de espera em Lisboa, a ajudei na maior paciência como se fosse minha mãe. Ela foi em outro vôo e me agradeceu tanto. Juro que não sei como ela teria se virado se não tivesse alguém ajudando ela ali. Com essa justifiquei o propósito de toda essa remarcação de passagens e relevei.

Cheguei a Suiça e dei de cara com paisagens sem neve, seca e nem tão fria. A esta época nos 2 últimos anos que passei aqui já estávamos com muita neve. Desta vez que achei que iria perder a primeira neve da estação, surpresa, ela ainda não apareceu. Mas com os 10 graus que está fazendo, não to nem acordando e correndo pra janela porque não tem nem previsão dos floquinhos.

Dormi 15 horas seguidas na minha primeira noite de volta a minha casa e ainda não to recuperada do exagerado chá de cadeira em aeroportos que passei nos últimos dias. Amanhã volto a trabalhar e Deus me ajude a entrar no ritmo de novo, porque minha parte eu já fiz. To renovada. Pronta pra mais uma temporada no velho continente.